sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

"TED" nunca mais!

Todos nós sabemos que os custos de TED para nós pequenos e médios investidores é altíssimo, principalmente para quem tem conta em corretora que não esta ligada a nenhum “grande” banco de varejo. Por conta disso, a algum tempo comecei a buscar alternativas para reduzir ou até mesmo eliminar esse custo em minhas operações.

Quando comecei a pesquisar sobre, percebi que se você quiser isenção nesse tipo de operação e continuar no seu banco, vc precisa contratar um pacote de serviço mais caro, o qual lhe dará algumas vantagens e talvez as operações de transferências (DOC e TED) possam ser isentas de pagamento. Mas é claro que vc pagará pelo pacote de serviço e dependendo do seu perfil talvez nem seja uma vantagem.

A outra opção seria abrir uma conta digital. Na internet há vários artigos que falam sobre as contas digitais e sobre os bancos digitais, mas tenho verificado que alguns desses bancos estão reformulando esse tipo de conta, um deles é o Banco da Brasil que nessa reforma mudou algumas facilidades da conta digital.

Não vou falar sobre como abrir conta digital, pois cada um tem o seu banco e a grande maioria já estão trabalhando com as contas digitais, e cada uma com suas peculiaridades. Vou me atentar na minha conta e como utiliza-la para economizar nas operações.

Quero deixar claro que se trata de minhas experiências nesse sentido, a fim de esclarecer e poder ajudar a economizar o dinheiro que seria gasto com as operações de transferência (TED).

O CUSTO

Tenho uma conta “normal” no Banco do Brasil onde recebo meu pagamento. O pacote de serviço custa hoje R$ 11,55. Porém, desse valor eu só pago 50%, o que sai para mim por mês pelo pacote de serviços: PADRONIZADO I, o custo de R$ 5,76. Esse pacote tem vigência até 25.01.2017 e pode ser conferido no link: Tarifas 2016. Nessas tarifas ainda vigente, o TED custa R$ 8,60.

No dia 26.01.2017 entrará em vigor as novas tarifas, ainda não foram divulgados os valores dos novos pacotes, mas com certeza deve aumentar um pouco. Nessa nova tarifa o TED custará R$ 8,80. Um aumento de 2,32% em comparação ao valor ainda vigente. Os novos valores podem ser conferidos no link: Tarifas 2017.


A ECONOMIA

Utilizo 3 corretoras em minhas operações e nenhuma delas estão ligadas ao BB.

Corretora X = Tesouro Direto / Títulos Privados
Corretora Y = Fundos Imobiliários
Corretora Z = Ações / Opções / Índices

Ex:

Em uma situação que não é muito corriqueira, onde para realizar meus aportes eu teria que fazer 3 operações de TED, uma para cada corretora pagando uma taxa de 8,60 por operação, totalizando R$ 25,80. Agora vc imagina se eu fosse aportar um total de R$ 1.500,00 dividindo 500,00 para cada corretora, de acordo com o seguimento que defini para cada uma. Isso seria - R$ 25,80 do meu aporte, ou seja 1,72% a menos em meu aporte. Quer dizer que eu já entraria perdendo no jogo, coisa que acontece normalmente com todo mundo. Um verdadeiro e velho conhecido nosso: o spread!

Trazendo para a realidade de aporte mensal que estou me impondo a fazer esse ano, onde farei um aporte de R$ 500,00 todo mês, verificando de acordo com a direção de investimento do mês (para onde irá o aporte do mês: TD, Fii’s, Cdb, poupança, Bitcoin). Nesse caso eu gastaria R$ 8,60 por operação de TED no mês.

O PULO DO GATO

Depois de pensar e repensar como reduzir/excluir esse custo de minhas operações, decidi abrir uma conta DIGITAL no Banco Intermedium. Conta totalmente digital sem custo algum, e ainda me deram um cartão de crédito sem anuidade com um limite considerável.

Com a conta digital posso fazer quantos DOC/TED quiser sem limite de operação. Aí você vai me falar: Mas MARUJO, como vc faz para mandar o dinheiro para o Intermedium? Hááááa´

Na conta digital Intermedium existem 3 formas de incluir depósitos em sua conta:

1. Através do envio de TED ou DOC de outros bancos.

Mas aí vc vai ter que pagar um tedizinho!

2. Através dos boletos Pague Fácil Intermedium. Para isso, basta gerar um boleto em sua Conta Digital Intermedium e pagá-lo em qualquer instituição bancária ou casa lotérica.

Como funciona o Pague Fácil?

“O Pague Fácil é uma forma simples e econômica de transferir dinheiro para sua Conta Digital Intermedium. Basta acessar o Internet Banking ou Aplicativo Mobile, gerar o boleto no valor que desejar e pagá-lo em qualquer instituição bancária ou casa lotérica.”

“O boleto pago poderá ser compensado em até 2 dias úteis ou em um prazo reduzido para clientes parceiros. Utilizando este serviço, você evita tarifas de transferências bancárias cobradas por outros bancos ao utilizar DOC ou TED.”  https://www.intermedium.com.br/conta-corrente/duvidas-frequentes.jsf



Aí está o pulo do gato! Com dois dias de compensação (na minha conta entra em um dia) o dinheiro já está disponível em sua conta digital Intermedium. E tudo isso com custo ZERO. E ainda tem mais essa terceira facilidade aí em baixo.

3. Através de cheques. Basta acessar o aplicativo, clicar em “Compensação de cheque” e tirar uma foto do cheque que deseja depositar em sua conta.


Então nobres amigos se fizerem as contas de 12 TED’s um por mês no valor de R$ 8,80 que será o valor que entrará em vigor esse mês (JAN17), conseguirei economizar no ano o valor R$ 105,60 em um ano.

Um exemplo: R$ 8,80 é um ganho hipotético em que você investiu R$1.000,00 em um FII qualquer com yeld de 0,88%. Isso é muita coisa para quem investe em fii's. Todos sabem que nós brigamos mensalmente por centavos, e esse é um valor considerável para deixarmos ir embora assim.


Então é isso companheiros. Espero que eu possa ajudar de alguma forma com esse meu pensamento.

Boa sorte a todos.


BONS VENTOS E MARES TRANQUILOS!


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Carro não é ativo!




A DESVALORIZAÇÃO DO VEÍCULO



“Carro não é ativo!”

Acho que para a grande maioria que esta aqui na blogosfera de finanças já ouviu e já sabe disso, mas como não podemos fugir desse “passivo” que hoje em dia esta mais para um “mal necessário”, porém bem custoso. 


Então vamos lá!


Quando se compra um automóvel, a grande maioria das vezes é no impulso, não levamos em conta nenhum dos fatores que contribuem para uma maior ou menor desvalorização do automóvel no mercado. A escolha da cor, por exemplo, é um desses fatores. Tons mais neutros costumam ser mais valorizados em relação aos tons mais vibrantes.

O tipo de veiculo, preço da manutenção e disponibilidade de peças influencia no valor de revenda do carro. Os que menos se depreciam são os populares e nacionais. Manter a originalidade de fábrica do carro e a periodicidade das revisões, além da documentação em dia, ajuda muito a amenizar as perdas. Já as personalizações, como envelopamento e motores turbinados, aumentam a desvalorização do automóvel.

O estado de conservação do carro, tanto interno quanto externo, é um dos quesitos mais levados em consideração no momento de escolher um carro.

A depreciação de veículos é o valor anual que um carro perde conforme o tempo passa. Como é de se esperar, carro que sai da concessionária já não é mais zero, e, consequentemente, não poderá ser revendido pelo mesmo preço fixado enquanto não estava emplacado.

Essa depreciação com fundamento legal tem como parâmetro um percentual fixado artificialmente como forma de pautar o fisco pela desvalorização sofrida pelos bens de diversos tipos, sobre os quais incidem impostos calculados com base em seu valor de mercado.

No entanto, os valores reajustados recentemente pelas montadoras não andam sendo atualizado pela Fipe, o que causa uma grande diferença nos valores, tanto nos novos quanto nos usados, prejudicando não só a comercialização ou avaliação de veículos, mas também impactando diretamente nas indenizações feitas pelas seguradoras.

Na hora de negociar um veiculo usado, a Tabela Fipe serve como base de preços de negociações, pois é utilizada como referencia de compra, para lojas e concessionarias.

Mas, como o mercado de usados é muito sensível à lei da oferta e da procura, os valores de mercado tendem a cair em épocas de baixa procura.



Forte abraço a todos.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Metas 2017






Post rápido para registrar as minhas metas financeiras para 2017.


No ano que passou tive um bom avanço financeiro como relatado no post anterior de fechamento de dezembro. Foi bem significativo, graças aos aportes que fiz no decorrer do ano. Para 2017 fiz algumas contas e previsões e cheguei a alguns números.




Sendo bem realista e considerando o meu salário e meus gastos mensais, e já sabendo que em 2017 terei mais despesas, estarei criando as metas que seja pelo menos alcançáveis. Desse modo, seguirei firme para manter a estratégia aqui definida para que eu chegue ao final do ano com elas cumpridas ou pelo menos próximo do alvo.

São elas:

Ø  Chegar ao final do ano com a quantia de R$ 50.000,00 em investimentos;
Ø  Aportar mensalmente e fielmente o valor de R$ 500,00;
Ø  Chegar a um rendimento mensal de renda passiva de R$ 200,00;
Ø  Montar uma carteira de ações com no mínimo 5 e no máximo 10 boas empresas;
Ø  Resgatar os dois CDB’s que vencerão ao longo de 2017 e reinvesti-los; e
Ø  Receber um total de R$ 1.200,00 de aluguéis até o fim do ano.


Se os meus planos derem certo e a minha mudança de cidade/trabalho se concretizar, irei aportar um valor extra considerável já no primeiro semestre, e com isso, chegar ou até mesmo ultrapassar a meta financeira para o ano. Se a meta for alcançada antes do previsto (final do ano), farei a revisão elevando os valores e ajustando para que fique dentro de minhas possibilidades.






Então é isso!

A todos um bom 2017 e muito boa sorte.

BONS VENTOS E MARES TRANQUILOS.